DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
"Entre as novas formas de evangelização, a internet é o novo forum que faz ressoar o Evangelho", afirma o nosso Papa Bento XVI em sua Encíclica Verbum Domini, pág. 202
quinta-feira, 15 de março de 2012
CARTA AOS SENADORES
Salvador, BA, 08 de março de 2012.
Exmos. Srs.
Exmas. Sras.
Senadores (as)
Do Congresso Nacional Brasileiro
Paz e Bem.
Hoje em que se comemora o dia da mulher, venho em nome dos 93% dos brasileiros e brasileiras que são contra o aborto e à favor da vida desde a sua concepção até à morte natural; pois não se pode tirar a vida humana, conforme o a lei maior, que a lei de Deus: NÃO MATARÁS; e também conforme o artigo quinto da Constituição Federal do Brasil que defende a inviolabilidade da vida; e em conformidade com o pacto de São José da Costa Rica em que o Brasil foi signatário, posicionando-se à favor da vida e contra o aborto.
Nestes termos solicito do Congresso Nacional, representado pelos Senhores e Senhoras eleitos pelo povo brasileiro, que estejam em sintonia com este vosso eleitorado que deseja que os Senhores e Senhoras elaborem a reforma do Código Penal Brasileiro, permitindo que continue a contemplar a inviolabilidade da vida, não aprovando o aborto nem a eutanásia.
Este é o desejo dos 93% dos Brasileiros e Brasileiras.
Atenciosamente.
Frei Severino Fernandes de Sousa, OFM
e-mail: freiseverinofs@gmail.com
ENDEREÇO DE E-MAILS; TELEFONE E FAX; DOS SENADORES
PARA VOCÊ DEMONSTRAR SUA INSATISFAÇÃO
PELO PROJETO DE LEI DO ABORTO E DA EUTANÁSIA
QUE TRAMITA NO CONGRESSO NACIONAL BRASILEIRO.
============================================
6. MAILS DOS SENADORES DA COMISSÃO DE
CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA
============================================
eunicio.oliveira@senador.gov.br;
gab.josepimentel@senado.gov.br; martasuplicy@senadora.gov.br;
pedrotaques@senador.gov.br; jorgeviana.acre@senador.gov.br;
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br;
inacioarruda@senador.gov.br; simon@senador.gov.br;
romero.juca@senador.gov.br; vital.rego@senador.gov.br;
renan.calheiros@senador.gov.br; luizhenrique@senador.gov.br;
francisco.dornelles@senador.gov.br;
sergiopetecao@senador.gov.br; aecio.neves@senador.gov.br;
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br;
alvarodias@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br;
armando.monteiro@senador.gov.br; gim.argello@senador.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br; randolfe.rodrigues@senador.gov.br;
======================================================
7. MAILS, TELEFONES E FAXES DOS
SENADORES DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO,
JUSTIÇA E CIDADANIA
======================================================
PRESIDENTE: SENADOR EUNÍCIO OLIVEIRA
PMDB-CEARÁ
TELEFONES: (61) 3303-6245
FAX: (61) 3303-6253
eunicio.oliveira@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
VICE-PRESIDENTE: SENADOR JOSÉ
PIMENTEL PT-CEARÁ
TELEFONES: (61) 3303-6390/6391
FAX: 3303-6394
gab.josepimentel@senado.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
MARTA SUPLICY PT-SÃO PAULO
TELEFONES: (61) 3303-6510
FAX: (61) 3303-6515
martasuplicy@senadora.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
PEDRO TAQUES PDT- MATO GROSSO
TELEFONES: (61) 3303-6550 E 3303-6551
FAX: (61) 3303-6554
pedrotaques@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
JORGE VIANA PT-ACRE
TELEFONES: (61) 3303-6366 E 3303-6367
FAX: (61) 3303-6374
jorgeviana.acre@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
ANTONIO CARLOS VALADARES PSB-SERGIPE
TELEFONES: (61) 3303-2201 A 2206
FAX: (61) 3303-1786
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
INÁCIO ARRUDA PC DO B-CEARÁ
TELEFONES: (61) 3303-5791/5793
FAX: (61) 3303-5798
inacioarruda@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
PEDRO SIMON PMDB-RIO GRANDE DO SUL
TELEFONES: (61) 3303-3232
FAX: (61) 3303-1304
simon@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
ROMERO JUCÁ PMDB-RORAIMA
TELEFONES: (61) 3303-2111 A 2117
FAX: (61) 3303-1653
romero.juca@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
VITAL DO RÊGO PMDB-PARAÍBA
TELEFONES: (61) 3303-6747
FAX: (61) 3303-6753
vital.rego@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
RENAN CALHEIROS PMDB-ALAGOAS
TELEFONES: (61) 3303-2261/2263
FAX: (61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
LUIZ HENRIQUE PMDB-SANTA CATARINA
TELEFONES: (61) 3303-6446/6447
FAX: (61) 3303-6454
luizhenrique@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
FRANCISCO DORNELLES PP-RIO DE JANEIRO
TELEFONES: (61)-3303-4229
FAX: (61) 3303-2896
francisco.dornelles@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
SÉRGIO PETECÃO PSD-ACRE
TELEFONES: (61) 3303-6706 A 6713
FAX: (61) 3303.6714
sergiopetecao@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
AÉCIO NEVES PSDB-MINAS GERAIS
TELEFONES: (61) 3303-6049/6050
FAX: (61) 3303-6051
aecio.neves@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
ALOYSIO NUNES FERREIRA PSDB-SÃO PAULO
TELEFONES: (61) 3303-6063/6064
FAX: (61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
ALVARO DIAS PSDB-PARANÁ
TELEFONES: (61) 3303-4059/4060
FAX: (61) 3303-2941
alvarodias@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
DEMÓSTENES TORRES DEM-GOIÁS
TELEFONES: (61) 3303-2091 a 2099
FAX: (61) 3303-2964
demostenes.torres@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
ARMANDO MONTEIRO PTB-PERNAMBUCO
TELEFONES: (61) 3303 6124 E 3303 6125
FAX: (61) 3303 6132
armando.monteiro@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
GIM ARGELLO PTB-DISTRITO FEDERAL
TELEFONES: (61) 3303-1161/3303-1547
FAX: (61) 3303-1650
gim.argello@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
MAGNO MALTA PR-ESPÍRITO SANTO
TELEFONES: (61) 3303-4161/5867
FAX: (61) 3303-1656
magnomalta@senador.gov.br
---------------------------------------------------------------------------------------
RANDOLFE RODRIGUES PSOL-AMAPÁ
TELEFONES: (61) 3303-6568
FAX: (61) 3303-6574
randolfe.rodrigues@senador.gov.br
terça-feira, 13 de março de 2012
UMA PRECE PELA PAZ - Vários líderes religiosos de diversas Igrejas se unem para rezar pela PAZ.
Uma preçe pela Paz
O Convento de Salvador promove Ato Inter-religioso em prol da paz
o dia 14 de e v e r e i r o de 2012, a greja de São NFrancisco do
Convento de Salvador BA, tornou-se lugar de
encontro em prol da
Paz num momento em
que a grande Salvador
e o Estado da Bahia
a i n d a e s t a v a m
a p r e e n s i v o s c om
situação de violência
que desencadeou com
a greve da PM baiana.
Uma grande bandeira
branca pendurada
sobre o presbitério com
a palavra Paz acenava para todos num
pedido de Paz. Tomaram parte na
condução da cerimônia representantes da
Igreja Católica, Espiritismo, Brama
Kumaris, Umbanda, Ordem Maçonica,
Unipaz e Casa das Religiões Unidas.
A pedido do grupo coordenei a cerimônia,
inicialmente convidando Frei Walter,
Guardião do Convento de Salvador, para
proferir as palavras de boas vidas. A seguir
cada um dos representantes acedeu uma
vela e fez uma prece pela PAZ. Num
segundo momento foram distribuídas
rosas brancas para todos os participantes
e cada um foi convidado a oferecer a rosa
a outra pessoa como gesto de paz. Depois
desse gesto, todos foram convidados dar
as mãos num
grande circulo
que finalizou o
momento com
oração de São
F r a n c i s c o ,
cantada por
t o d o s ,
c u lmi n a n d o
num grande
abraço de PAZ.
Esse momento
de encontro em
prol da PAZ é
fruto do grande
e d e d i c a d o
d e s e j o d o s
diversos membros das religiões que, no
ano de 2011, por ocasião dos 25 anos de
Espírito de Assis, estiveram juntos
celebrando. Dessa celebração nasceu o
compromisso de retomar, com empenho, o
caminho do dialogo religioso e ecumênico.
O grupo passou a chamar-se “Espírito de
Assis". Todos os representantes de grupos
religiosos acharam oportuno denominar o
grupo com esse nome.
Que o Carisma Franciscano continue
sendo um sinal de DIÁLOGO e de PAZ e
que nós sejamos, como franciscanos, os
promotores da grande fraternidade dos
homens e mulheres de boa vontade em
prol da PAZ e do Bem!
Frei Francisco Rogério, ofm
O Convento de Salvador promove Ato Inter-religioso em prol da paz
o dia 14 de e v e r e i r o de 2012, a greja de São NFrancisco do
Convento de Salvador BA, tornou-se lugar de
encontro em prol da
Paz num momento em
que a grande Salvador
e o Estado da Bahia
a i n d a e s t a v a m
a p r e e n s i v o s c om
situação de violência
que desencadeou com
a greve da PM baiana.
Uma grande bandeira
branca pendurada
sobre o presbitério com
a palavra Paz acenava para todos num
pedido de Paz. Tomaram parte na
condução da cerimônia representantes da
Igreja Católica, Espiritismo, Brama
Kumaris, Umbanda, Ordem Maçonica,
Unipaz e Casa das Religiões Unidas.
A pedido do grupo coordenei a cerimônia,
inicialmente convidando Frei Walter,
Guardião do Convento de Salvador, para
proferir as palavras de boas vidas. A seguir
cada um dos representantes acedeu uma
vela e fez uma prece pela PAZ. Num
segundo momento foram distribuídas
rosas brancas para todos os participantes
e cada um foi convidado a oferecer a rosa
a outra pessoa como gesto de paz. Depois
desse gesto, todos foram convidados dar
as mãos num
grande circulo
que finalizou o
momento com
oração de São
F r a n c i s c o ,
cantada por
t o d o s ,
c u lmi n a n d o
num grande
abraço de PAZ.
Esse momento
de encontro em
prol da PAZ é
fruto do grande
e d e d i c a d o
d e s e j o d o s
diversos membros das religiões que, no
ano de 2011, por ocasião dos 25 anos de
Espírito de Assis, estiveram juntos
celebrando. Dessa celebração nasceu o
compromisso de retomar, com empenho, o
caminho do dialogo religioso e ecumênico.
O grupo passou a chamar-se “Espírito de
Assis". Todos os representantes de grupos
religiosos acharam oportuno denominar o
grupo com esse nome.
Que o Carisma Franciscano continue
sendo um sinal de DIÁLOGO e de PAZ e
que nós sejamos, como franciscanos, os
promotores da grande fraternidade dos
homens e mulheres de boa vontade em
prol da PAZ e do Bem!
Frei Francisco Rogério, ofm
SÃO FRANCISCO DE ASSIS, UM ÍCONE DA ESPIRITUALIDADE ECUMÊNICA E INTER-RELIGIOSO
SÃO FRANCISCO DE ASSIS,
UM ÍCONE DA ESPIRITUALIDADE ECUMÊNICA E INTER-RELIGIOSO
por Frei Fracisco Rogério, OFM
Considerar São Francisco de Assis, como
um ícone da Espiritualidade ecumênica e
inter-religiosa, é evidenciar sua relevância
para a Igreja e para o mundo no decorrer
dos séculos. Considerá-lo um ícone, só é
possível analogamente. Na Igreja oriental,
o ícone é uma manifestação do Sagrado
que permite ao crente entrar em contato
espiritual como o Mistério Divino, no qual
próprio ícone foi inspirado. Francisco
deixou-se configurar pelo Mistério Divino,
sua Espiritualidade é sinal do Mistério de
Deus revelado em todas as criaturas e da
relação reconciliada das criaturas entre si
e com o Criador.
A Espiritualidade que permeou o coração
do apaixonado poeta-cavalheiro do
Evangelho, foi modelada ao longo do seu
processo de maturidade humanoespiritual.
O caminho espiritual galgado
por Francisco que o levou a um encontro
dialogal, fraterno e reverencial para com
outro, se processa paulatinamente a partir
dos acontecimentos e profundas
experiências de sua vida. Ele começa um
processo de conversão, que terá como um
dos fatores relevantes o despojamento de
si para entregar-se radicalmente à graça
de Deus. Ele se deixará conduzir na
gratuidade intuitiva do seu coração, e
assim percebe os desígnios do amor e da
graça de Deus estão para além daquilo
que a razão consegue conceber ou
sistematizar. A seguir apontamos alguns
aspectos que foram importantes para o
caminho dialogal de Francisco:
A Experiência da guerra
Um dos primeiros acontecimentos foi ter
participado da guerra entre Perusia e Assis
na qual se encontrou prisioneiro e doente.
A guerra foi um momento decisivo na vida
de Francisco, na qual ele se despojou do
desejo de nobreza que ambicionava ao
sair vitorioso. A partir de então, ele
começou o seu caminho de expropriação,
que o levará sempre mais em direção de
abertura a Deus e as criaturas todas.
Encontro o leproso
Francisco fez a experiência de vencer-se a
si mesmo para ir ao encontro daqueles que
antes não conseguia se aproximar. Ele
mesmo confirma isso em seu Testamento:
“E enquanto me retirava deles, justamente
o que antes me parecia amargo se me
converteu em doçura da alma e do corpo”
(Test. 1). Esse encontro de Francisco com
o leproso é um passo importante de
abertura e conversão diante do outro,
numa atitude de diálogo e reverência
diante da dignidade que o outro possui em
sua essência.
A Experiência com o Crucificado na
igrejinha de São Damião
A) É num momento de crise e contestação,
que Francisco sente-se chamado para
restaurar a Igreja. Em vez de ser um
contestador, ou até mesmo mais um que
poderia ter rompido a comunhão com a
Igreja, ele apresenta-se com sua proposta
de vivência radical do Evangelho e de
comunhão. Sendo obediente a Igreja não
deixa de viver a radical idade para qual se
sentia chamado, mas no seu chamado foi
ao encontro desta, numa profunda atitude
de filho, que a ama e deseja que a Mãe
Igreja, seja um sinal do Amor de Deus para
todos.
B) Também dessa experiência em São
Damião, nasce na vida de Francisco uma
singular identificação com Cristo pobre e
crucificado. “Ele tinha a condição divina,
[...] Mas esvaziou-se a si mesmo, e
assumiu a condição de servo tomando a
semelhança humana. E, achado em figura
de homem, humilhou-se e foi obediente até
a morte e morte de cruz” (Fl 2, 6-8). Ele
deseja configurar sua vida à de Cristo
despojado de amor pelos homens e
mulheres. É vivendo inspirado nessa
atitude da Kenosis, que o Seráfico de Assis
se coloca diante de todos, isto é, faz-se
menor e desprezível. Como Cristo veio ao
encontro da humanidade para reconciliála,
Francisco torna-se sinal dessa
reconciliação.
O Encontro com o Evangelho
O encontro com o Evangelho é a
experiência que Francisco faz de
São Francisco de Assis, um ícone
da Espiritualidade Ecumênica e Inter-religiosa*
Estudos
0124 NOTÍCIAS Jan-Fev 2012
encontrar-se com a medula de sua
Espiritualidade, o Evangelho é o centro de
todo o itinerário espiritual de Francisco.
Tendo feito a experiência de encontro
com o Evangelho, Francisco assume uma
vida de despojamento, e vai ao encontro
do mundo e de todos totalmente livre de
qualquer coisa ou idéia que o impedisse
de aproximar-se do outro para anunciá-lo.
Cântico das Criaturas
Francisco foi galgando seu caminho de
abertura ao outro, até chegar ao seu
estágio de plena comunhão com toda a
criação. Ele se deixou conduzir pelo
Espírito do Senhor, que o tornou o irmão
universal, por viver atitude de amor a
todos, num reconhecimento dos sinais do
Amor Criador de Deus em cada criatura.
O Cântico do Irmão Sol, também
conhecido como Cântico das Criaturas, é
indubitavelmente o mais belo e
significativo poema espiritual que o
Pobrezinho Poeta de Assis compôs como
manifestação de seu amor de irmão
universal.
Espiritualidade do Dialogo Interreligioso
Foi com a fé Islâmica que Francisco fez
essa experiência de diálogo que se tornou
um marco importante para a vida Igreja,
embora a Igreja visse com dificuldade
essa possibilidade de dialogar, mas
permitiu Francisco assumir esse intento,
muito embora ele não tivesse preocupado
em pensar numa compreensão
sistematizada a respeito do diálogo.
Francisco não hesitou reconhecer com
respeito e reverência o que há de santo e
verdadeiro nas outras religiões. Nesse
sentido o Seráfico de Assis a seu tempo já
pode ser entendido como um precursor
do Diálogo Inter-religioso.
Espiritualidade do Dialogo ecumênico
O termo ecumênico foi derivado do termo
grego ï?êïõìÝíç (oikoumene) que
significa: Totalidade do mundo habitado.
Francisco pode ser considerado um ícone
da Espiritualidade, ecumênica, tanto no
tocante a unidade dos Cristãos, como
também no sentido mais amplo, isto é, na
sua relação de irmão universal,
correspondendo assim o termo
ecumênico que significa todo o mundo
habitado.
Francisco é, evidentemente, um ponto
referencial para Espiritualidade do Diálogo
para cristãos católicos e outros cristãos,
como também para as outras religiões.
Contudo, ele se apresenta com forte sinal
de apelo aos católicos e franciscanos, aos
católicos por ser ele católico, e aos
franciscanos, porque essa dimensão do
Diálogo ecumênico e inter-religioso é parte
vital do carisma. Portanto, essa é uma
herança que deve ser cuidada como parte
integrante da vocação de cada franciscano
e de cada franciscana.
Um eco para hoje
O Concílio Vaticano II nos Documentos
Nostra Aetate e Unitatis Redintegratio
convida e encoraja os cristãos, de modo
particular, os católicos e entre eles os
franciscanos e franciscanas a cultivarem a
Espiritualidade ecumênica e interreligiosa.
Essa dimensão dialogal é parte
integrante da missão da Igreja. Diante dos
desafios dos tempos hodiernos, é possível
se perceber os esforços que estão sendo
realizados, mas faz-se necessário
reconhecer que ainda é muito pequeno o
caminho feito em vista do Diálogo
ecumênico e inter-religioso. De modo
geral, os cristãos de maneira especial os
católicos, ainda precisam se lançar com
mais empenho para responder aos apelos
e exortações que a Igreja tem feito. Os
franciscanos, por sua vez, precisam
assumir com mais audácia essa dimensão
que é, por natureza, parte de sua vocação.
O que já tem sido feito nesse sentido
merece louvável reconhecimento, mas
como diz o santo seráfico: “pouco ou nada
fizemos, então é sempre momento de
recomeçar”.
Frei Francisco Rogerio, OFM
*Resumo da Monografia do
Curso de Teologia
NOTÍCI
UM ÍCONE DA ESPIRITUALIDADE ECUMÊNICA E INTER-RELIGIOSO
por Frei Fracisco Rogério, OFM
Considerar São Francisco de Assis, como
um ícone da Espiritualidade ecumênica e
inter-religiosa, é evidenciar sua relevância
para a Igreja e para o mundo no decorrer
dos séculos. Considerá-lo um ícone, só é
possível analogamente. Na Igreja oriental,
o ícone é uma manifestação do Sagrado
que permite ao crente entrar em contato
espiritual como o Mistério Divino, no qual
próprio ícone foi inspirado. Francisco
deixou-se configurar pelo Mistério Divino,
sua Espiritualidade é sinal do Mistério de
Deus revelado em todas as criaturas e da
relação reconciliada das criaturas entre si
e com o Criador.
A Espiritualidade que permeou o coração
do apaixonado poeta-cavalheiro do
Evangelho, foi modelada ao longo do seu
processo de maturidade humanoespiritual.
O caminho espiritual galgado
por Francisco que o levou a um encontro
dialogal, fraterno e reverencial para com
outro, se processa paulatinamente a partir
dos acontecimentos e profundas
experiências de sua vida. Ele começa um
processo de conversão, que terá como um
dos fatores relevantes o despojamento de
si para entregar-se radicalmente à graça
de Deus. Ele se deixará conduzir na
gratuidade intuitiva do seu coração, e
assim percebe os desígnios do amor e da
graça de Deus estão para além daquilo
que a razão consegue conceber ou
sistematizar. A seguir apontamos alguns
aspectos que foram importantes para o
caminho dialogal de Francisco:
A Experiência da guerra
Um dos primeiros acontecimentos foi ter
participado da guerra entre Perusia e Assis
na qual se encontrou prisioneiro e doente.
A guerra foi um momento decisivo na vida
de Francisco, na qual ele se despojou do
desejo de nobreza que ambicionava ao
sair vitorioso. A partir de então, ele
começou o seu caminho de expropriação,
que o levará sempre mais em direção de
abertura a Deus e as criaturas todas.
Encontro o leproso
Francisco fez a experiência de vencer-se a
si mesmo para ir ao encontro daqueles que
antes não conseguia se aproximar. Ele
mesmo confirma isso em seu Testamento:
“E enquanto me retirava deles, justamente
o que antes me parecia amargo se me
converteu em doçura da alma e do corpo”
(Test. 1). Esse encontro de Francisco com
o leproso é um passo importante de
abertura e conversão diante do outro,
numa atitude de diálogo e reverência
diante da dignidade que o outro possui em
sua essência.
A Experiência com o Crucificado na
igrejinha de São Damião
A) É num momento de crise e contestação,
que Francisco sente-se chamado para
restaurar a Igreja. Em vez de ser um
contestador, ou até mesmo mais um que
poderia ter rompido a comunhão com a
Igreja, ele apresenta-se com sua proposta
de vivência radical do Evangelho e de
comunhão. Sendo obediente a Igreja não
deixa de viver a radical idade para qual se
sentia chamado, mas no seu chamado foi
ao encontro desta, numa profunda atitude
de filho, que a ama e deseja que a Mãe
Igreja, seja um sinal do Amor de Deus para
todos.
B) Também dessa experiência em São
Damião, nasce na vida de Francisco uma
singular identificação com Cristo pobre e
crucificado. “Ele tinha a condição divina,
[...] Mas esvaziou-se a si mesmo, e
assumiu a condição de servo tomando a
semelhança humana. E, achado em figura
de homem, humilhou-se e foi obediente até
a morte e morte de cruz” (Fl 2, 6-8). Ele
deseja configurar sua vida à de Cristo
despojado de amor pelos homens e
mulheres. É vivendo inspirado nessa
atitude da Kenosis, que o Seráfico de Assis
se coloca diante de todos, isto é, faz-se
menor e desprezível. Como Cristo veio ao
encontro da humanidade para reconciliála,
Francisco torna-se sinal dessa
reconciliação.
O Encontro com o Evangelho
O encontro com o Evangelho é a
experiência que Francisco faz de
São Francisco de Assis, um ícone
da Espiritualidade Ecumênica e Inter-religiosa*
Estudos
0124 NOTÍCIAS Jan-Fev 2012
encontrar-se com a medula de sua
Espiritualidade, o Evangelho é o centro de
todo o itinerário espiritual de Francisco.
Tendo feito a experiência de encontro
com o Evangelho, Francisco assume uma
vida de despojamento, e vai ao encontro
do mundo e de todos totalmente livre de
qualquer coisa ou idéia que o impedisse
de aproximar-se do outro para anunciá-lo.
Cântico das Criaturas
Francisco foi galgando seu caminho de
abertura ao outro, até chegar ao seu
estágio de plena comunhão com toda a
criação. Ele se deixou conduzir pelo
Espírito do Senhor, que o tornou o irmão
universal, por viver atitude de amor a
todos, num reconhecimento dos sinais do
Amor Criador de Deus em cada criatura.
O Cântico do Irmão Sol, também
conhecido como Cântico das Criaturas, é
indubitavelmente o mais belo e
significativo poema espiritual que o
Pobrezinho Poeta de Assis compôs como
manifestação de seu amor de irmão
universal.
Espiritualidade do Dialogo Interreligioso
Foi com a fé Islâmica que Francisco fez
essa experiência de diálogo que se tornou
um marco importante para a vida Igreja,
embora a Igreja visse com dificuldade
essa possibilidade de dialogar, mas
permitiu Francisco assumir esse intento,
muito embora ele não tivesse preocupado
em pensar numa compreensão
sistematizada a respeito do diálogo.
Francisco não hesitou reconhecer com
respeito e reverência o que há de santo e
verdadeiro nas outras religiões. Nesse
sentido o Seráfico de Assis a seu tempo já
pode ser entendido como um precursor
do Diálogo Inter-religioso.
Espiritualidade do Dialogo ecumênico
O termo ecumênico foi derivado do termo
grego ï?êïõìÝíç (oikoumene) que
significa: Totalidade do mundo habitado.
Francisco pode ser considerado um ícone
da Espiritualidade, ecumênica, tanto no
tocante a unidade dos Cristãos, como
também no sentido mais amplo, isto é, na
sua relação de irmão universal,
correspondendo assim o termo
ecumênico que significa todo o mundo
habitado.
Francisco é, evidentemente, um ponto
referencial para Espiritualidade do Diálogo
para cristãos católicos e outros cristãos,
como também para as outras religiões.
Contudo, ele se apresenta com forte sinal
de apelo aos católicos e franciscanos, aos
católicos por ser ele católico, e aos
franciscanos, porque essa dimensão do
Diálogo ecumênico e inter-religioso é parte
vital do carisma. Portanto, essa é uma
herança que deve ser cuidada como parte
integrante da vocação de cada franciscano
e de cada franciscana.
Um eco para hoje
O Concílio Vaticano II nos Documentos
Nostra Aetate e Unitatis Redintegratio
convida e encoraja os cristãos, de modo
particular, os católicos e entre eles os
franciscanos e franciscanas a cultivarem a
Espiritualidade ecumênica e interreligiosa.
Essa dimensão dialogal é parte
integrante da missão da Igreja. Diante dos
desafios dos tempos hodiernos, é possível
se perceber os esforços que estão sendo
realizados, mas faz-se necessário
reconhecer que ainda é muito pequeno o
caminho feito em vista do Diálogo
ecumênico e inter-religioso. De modo
geral, os cristãos de maneira especial os
católicos, ainda precisam se lançar com
mais empenho para responder aos apelos
e exortações que a Igreja tem feito. Os
franciscanos, por sua vez, precisam
assumir com mais audácia essa dimensão
que é, por natureza, parte de sua vocação.
O que já tem sido feito nesse sentido
merece louvável reconhecimento, mas
como diz o santo seráfico: “pouco ou nada
fizemos, então é sempre momento de
recomeçar”.
Frei Francisco Rogerio, OFM
*Resumo da Monografia do
Curso de Teologia
NOTÍCI
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
OS DEZ MANDAMENTOS DA NOVA EVANGELIZAÇÃO
Salvador, 5 de dezembro de 2011
Prezados amigos
Prezadas amigas
Paz e Bem.
Gostaria de comunicar a todos vocês, OS DEZ MANDAMENTOS DA NOVA EVANGELIZAÇÃO NO BRASIL.
1) Nova Evangelização: com novo ardor
2) Nova Evangelização: com novos métodos
3) Nova Evangelização: com novas expressões
4) Nova Evangelização: no primeiro anúncio que é: você é amado por Deus
5) Nova Evangelização: destinada a formar comunidades cristãs maduras
6) Nova Evangelização: evangelizar-se para evangelizar
7) Nova Evangelização: evangelizar pelo amor ao próximo concretamente (obras de misericórdia.
8) Nova Evangelização: pelo testemunho do amor recíproco
9) Nova Evangelização: mirando à santidade
10) Nova Evangelização: pelo anuncio da Palavra
Feliz Natal para cada um de vocês.
Frei Severino.
freiseverinofs@gmail.com
celular: (0xx71) 9909.0191
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O MOVIMENTO DOS FOCOLARES E O DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
O MOVIMENTO FOCOLARE
E O DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
No atual panorama mundial, que vive uma profunda transformação rumo a uma sociedade cada vez mais multicultural e multireligiosa, o Movimento dos Focolares está empenhado em promover o diálogo entre as religiões, a fim de que o pluralismo religioso da humanidade não seja causa de divisões e guerras, mas contribua para a construção da fraternidade e da paz no mundo.
Alguns milhares de seguidores de várias religiões partilham, por quanto é possível, o espírito do Movimento, colaborando com seus objetivos.
A sua difusão mundial proporcionou a abertura do diálogo com todas as principais religiões do mundo, através de relacionamentos com seus seguidores, mas também com líderes e membros de vastos movimentos. Já há muitos anos desenvolveu-se uma colaboração fraterna entre o Movimento dos Focolares e o movimento budista Rissho Kosei-kai, que conta seis milhões de aderentes (Japão), com o movimento dos muçulmanos afro-americanos (USA) e com vários movimentos de inspiração gandhiana do sul da Índia.
A origem.
Em 1977, em Londres, Chiara Lubich recebeu o Prêmio Templeton para o Progresso da Religião. Narrou a sua experiência diante de personalidades de diversas religiões e teve a profunda sensação de que todos os presentes, embora de credos diferentes, fossem uma única família. Ao terminar, foram justamente os pertencentes às diversas tradições religiosas (budistas, muçulmanos, judeus, siks, hindus, etc.) que se congratularam calorosamente com ela. Era uma evidência de que a espiritualidade do Movimento podia ser partilhada não apenas por cristãos, mas, de alguma maneira, também por pessoas de outras religiões. Estas circunstâncias foram, para Chiara, um sinal de Deus, para perceber que o Movimento devia abrir-se ao diálogo com pessoas de qualquer tradição religiosa.
O alicerce.
O diálogo que o Movimento dos Focolares promove tem seus fundamentos na espiritualidade e, em especial no amor, como ponto central. Esta encontra um reflexo imediato nas outras religiões e culturas, graças à Regra de Ouro: “Faça aos outros o que gostaria que fosse feito a você”. É exatamente na atuação da Regra de Ouro que se estabelece um diálogo frutuoso.
Os efeitos do diálogo.
A redescoberta das próprias raízes religiosas, daquilo que nos une e a experiência viva da fraternidade, são alguns dos efeitos do diálogo realizado neste espírito de comunhão, que leva a construir a unidade da família humana. É reforçado o compromisso comum de ser atores da unidade e da paz, principalmente lá onde a violência e a intolerância racial e religiosa buscam escavar um abismo entre os componentes da sociedade. Florescem significativas realizações humanitárias, feitas em comum.
Formação ao diálogo.
Uma escola permanente para a formação ao diálogo inter-religioso tem sede na Mariápolis permanente de Tagaytay (Manila – Filipinas), centro de encontro para a irradiação da espiritualidade na Ásia.
Contatos:
Centro para o diálogo inter-religioso
Movimento dei Focolari
Via Frascati, 306
00040 Rocca di Papa (Roma) IT
email: info.dialogointerreligioso@focolare.org
ECUMENISMO E POLÍTICA
Dom Anuar Battisti.
ECUMENISMO E POLITICA
Ecumenismo e política
Dom Anuar Battisti
redacao@odiariomaringa.com.br
Ao se falar de Ecumenismo, se pensa logo em religiões que buscam caminhar juntas, deixando de lado as diferenças, buscando o que as une. Unidade é a palavra-chave da caminhada ecumênica. Aqui em Maringá, o Movimento Ecumênico completa amanhã, 11 anos de organização.
Certamente, essa data não ficará no esquecimento, pois já foi marcada uma celebração na Igreja de Confissão Luterana no Brasil e uma jantar de confraternização. Que bom contar com gente de cabeça aberta e de visão futura, encarnando aqui o desejo de Jesus, que orando ao Pai, suplica: "que todos sejam um com nós somos um". (Jo17,21)
Nesta caminhada, ainda pequena, participam as seguintes comunidades: Igreja de Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Metodista Central, Igreja Evangélica Luterana, Comunidade São Marcos, Membros da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana.
Neste contexto, é importante lembrar que a caminhada de unidade se faz com gente que pensa diferente, que tem uma maneira diferente de orar e crer, com uma organização diferenciada, porém, descobriram no caminho muita coisa em comum e que podem unir esforços para ações conjuntas de fraternidade e solidariedade. Nestes anos, têm acontecido várias atividades, destacando de maneira especial a semana de oração pela unidade dos cristãos, e a reflexão conjunta sobre temas da atualidade.
Neste caminho, queremos estreitar laços e formar uma mentalidade onde o diferente deve ser amado e respeitado como sendo o próprio. Amar a religião do outro como amamos a nossa própria religião. Já passou o tempo de pregações agressivas e proselitistas que marcaram época no passado, mas que hoje não encontram espaço entre as pessoas mais esclarecidas.
Penso que neste tempo de pleito eleitoral, todas as religiões estão participando na conscientização dos leitores, a fim de depositar o voto em pessoas que tenham condições de construir o bem comum de todos, independentemente de religião, raça, cor ou condição social. É inconcebível e contradizem os princípios democráticos, qualquer campanha sobre candidatos enfatizando ser desta ou daquela religião.
É desagregador da unidade e do bem de todos, uma religião apresentar um único candidato para que todos votem nele. Isso compromete a liberdade e a consciência da livre escolha do eleitor. Vale sempre e em todos os ambientes da convivência social o respeito pela diversidade e a pluralidade de pensamentos. Por que todos devem pensar e ver a realidade do mesmo ponto de vista?
O Conselho Mundial de Igrejas na Fórmula da Unidade de 1961 afirma: "Por isso é necessário conhecer com alegria e estimular os valores genuinamente cristãos, derivantes de um patrimônio comum, que se encontram entre irmãos de outras confissões, a fim de que todos possam agir no que diz respeito às tarefas para as quais Deus chama o seu povo". Nosso Deus, o Deus da Bíblia tem como característica fundamental a comunhão entre as três pessoas da Santíssima Trindade.
O povo que é Dele não pode viver a não ser na mesma comunhão. Portanto, o ecumenismo se caracteriza pela busca de entendimento, na aceitação do diferente, no respeito pela desigualdade. O ecumenismo também deve existir na prática da política partidária, de maneira especial no pleito eleitoral que estamos vivendo.
► Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá.
Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/198887
PRINCÍPIOS DO DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
PRINCÍPIOS DO DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO.
Entre 6 a 9 de setembro de 2003, um Encontro Internacional de Teólogos Pluralistas e Estudiosos da Religião reuniu 35 especialistas em religião, provindos da Ásia, Europa e Estados Unidos. Neste encontro, os participantes estabeleceram os princípios para o diálogo inter-religioso, divulgados em uma Nota de Imprensa, no dia 10 de setembro de 2003[1]:
1. O diálogo e o compromisso inter-religioso devem ser a forma pela qual as religiões se relacionam entre si. Uma necessidade primordial para as religiões é a de curar os antagonismos entre elas.
2. O diálogo deve envolver os urgentes problemas do mundo hoje, incluindo a guerra, a violência, a pobreza, a devastação ambiental, a injustiça de gênero e a violação dos direitos humanos.
3. Reivindicações de verdade absoluta podem ser facilmente exploradas para incitar o ódio e a violência religiosos.
4. As religiões do mundo afirmam uma realidade/verdade última que é conceitualizada de formas diferentes.
5. Embora a realidade/verdade última esteja além do alcance da completa compreensão humana, ela encontrou uma expressão em diversas formas nas religiões do mundo.
6. As grandes religiões do mundo, com seus diversos ensinamentos e práticas, constituem caminhos autênticos ao bem supremo.
7. As religiões do mundo compartilham muitos valores essenciais, como o amor, a compaixão, a igualdade, a honestidade e o ideal de tratar os outros como queremos ser tratados.
8. Todas as pessoas têm liberdade de consciência e o direito de escolher sua própria fé.
9. Enquanto o testemunho mútuo promove o respeito mútuo, o proselitismo desvaloriza a fé do outro.
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